domingo, 25 de novembro de 2012

Remeto-me à ignorância

14:46

Vivemos num tempo de desatino e de inconsistência, não consigo acreditar em nada nem ninguém, tudo é muito vago, muito inconsistente.

A incompreensão tem-me marcado a cada dia, mas afirmo que para mim o sonho nunca morre, quando morrer em mim, quer dizer que já não estou cá!

Abraço poético,

Thereza Green

(imagem web)